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SSIM - interdisciplinary research network

Acácio Almeida Sidinei Santos, doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP/SP). Atualmente é professor do Departamento de Antropologia da PUC/SP, pesquisador do Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória - NME/USP. Possui graduação e mestrado em Ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(PUC/SP). É membro fundador e vice-coordenador da Casa das Áfricas. Suas pesquisas atuais são no campo da antropologia da saúde e migração. Ele realiza pesquisas entre os Akan da Costa do Marfim.

Aghi Auguste Bahi, doutor em Ciências da Informação e da Comunicação pela Universidade Lumière Lyon II na França. Atualmente, é professor na Faculdade de Informação, Comunicação e Artes e pesquisador do Centro de Estudos e de Pesquisa em Comunicação (CERCOM) na Universidade de Cocody-Abidjan (Costa do Marfim). Suas atuais pesquisas são voltadas para a Antropologia da Comunicação na Costa do Marfim.

Augustin Emane, doutor em Direito (Universidade de Nantes) com a tese intitulada: "Caisse Nationale de Segurança Social e o problema médico: Ensaio sobre o caráter ambíguo da segurança social no Gabão". É professor e pesquisador na Faculdade de Direito da Universidade de Nantes, responsável da linha de pesquisa e atividades sobre Saúde do Programa de Estudos Avançados de Nantes (Instituto de Estudos Avançados de Nantes).

Carlos Subuhana, doutor em serviço social pela Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ - Brasil, mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ele é pesquisador da Casa das Áfricas. Realizou seu pós-doutorado em antropologia social na Universidade de São Paulo entre 2006 a 2007. Interessa-se principalmente pelos seguintes temas: antropologia cultural, antropologia urbana, migração, identidade e relações interétnicas e/ou raciais. Em África, seus estudos de campo estão localizados na região norte de Moçambique.

Clara Carvalho, doutora em Antropologia Social pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), Portugal. Ela é presidente do Centro de Estudos Africanos além de professora do Departamento de Antropologia, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa da Universidade de Lisboa, Portugal. Os temas de seu interesse são principalmente: os circuitos -da migração transcontinental e as influências - local e nacional - das "comunidades de emigração" ou "paises de emigração"; a influência dos migrantes na suas comunidades de origem através de associações que atuam como "terceira via de desenvolvimento" criando canais não oficiais de circulação de bens, idéias e saberes.

Dagoberto José Fonseca, doutor e mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente é docente da Faculdade de Ciências e Letras - UNESP, Araraquara; Coordenador Geral do Programa de Ações Afirmativas para a População Afro-Brasileira do Núcleo Negro para Pesquisa e Extensão (NUPE/UNESP); Coordenador do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra (CLADIN/UNESP). Tem experiência na área de Antropologia e Sociologia, com ênfase em Antropologia das Populações Afro Brasileiras e Africanas, atuando principalmente nos seguintes temas: cidadania, educação, memória, corpo, identidade, imaginário, cultura, políticas públicas e organizações sociais.

Denise Dias Barros, doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo-Brasil; mestre em Ciências Sociais - antropologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É docente e pesquisadora da Universidade de São Paulo, membro do Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória - NIME/USP e do Projeto Metuia - USP. Foi uma das fundadoras da Casa das Áfricas. Realiza pesquisa no Mali (região Dogon) desde 1993. No campo da antropologia, seus estudos orientam-se sobre as relações entre sociedade e loucura; processos de transformação social derivados de pressões exógenas e endógenas e sobre formas de negociação de conflitos e de co-existência de práticas sociais diferenciadas (notadamente no contexto da religião, da migração e da saúde mental).

Elisio Macamo, doutor em sociologia geral pela Universidade de Bayreuth na Alemanha onde leciona atualmente sociologia de desenvolvimento. Tem interesse em epistemologia e metodologia do trabalho científico e suas pesquisas versam sobre temas ligados à sociologia do risco, religião, conhecimento e desenvolvimento. Seus estudos de campo estão localizados, sobretudo, na região sul de Moçambique.

Knut Graw, doutor e pesquisador do Zentrum Moderner Orient (Centro do Oriente Moderno - ZMO) em Berlin, Alemanha, e docente na Université Catholique de Leuven, Bélgica. O foco de suas pesquisas volta-se para os significados socioculturais e existenciais do ritual e de práticas hermenêuticas como a adivinhação e interpretação do sonho, prática religiosa islâmica, migração e antropologia fenomenológica. As pesquisas de campo têm sido realizadas na Síria, Senegal e Gâmbia.

Mamadou Diawara, professor titular pela University of Bayreuth (Habilitationsschrift) com tese em antropologia. Doutorou-se pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Estudos africanos: história e antropologia), Paris. Ele é um dos fundadores do Point Sud - Centro de Pesquisa sobre Saber Local na República do Mali e diretor do Instituto de História e Etnologia da Universidade Johann Wolfgang Goethe de Frankfurt/Main, Alemanha. Seus principais temas de pesquisas são: antropologia e história diante dos desafios dos estudos da própria sociedade, mídias locais face às mídias eletrônicas em contexto de urbanização e globalização na África do oeste; dimensão colonial da descentralização no ex-Sudão Francês, atual República do Mali.

Marina Berthet, doutora em Antropologia social pela Universidade de São Paulo - Brasil. Possui DEA em Ciências Sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Marselha, França). Atualmente, é pesquisadora do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Porto - Portugal, do Núcleo Interdisciplinar do Imaginário e Memória - NIME/USP. Seus principais temas de pesquisa são: a antropologia rural, a socio-antropologia do desenvolvimento e das transformações sociais dentro das áreas rurais africanas, às dinâmicas criadas dentro dos sistemas de latifúndios (plantations) em São Tomé e Príncipe.

Mona Abaza, professora titular da cátedra de Sociologia, Antropologia, Psicologia e Egiptologia da American University in Cairo - Egito. Foi pesquisadora convidada em Singapura, Kuala Lumpur, Paris, Berlim e Leiden. Suas investigações se inscrevem nos domínios da religiosidade e das redes culturais entre o Médio Oriente e o Sudeste Asiático, a diáspora Hadrami na Ásia e a cultura de consumo no Egito.

Mustafa Abdalla, doutorando em antropologia na Freie University in Berlin, possui mestrado em antropologia social pela American University no Cairo - Egito. O tema da dissertação de mestrado trata da indústria do turismo informal nos enclaves egípcios do Mar Vermelho. Sua pesquisa atual enfoca a educação médica no Egito com especial interesse sobre a análise sobre a expertise médica no Egito contemporâneo. Trabalhou em programas internacionais de desenvolvimento. Seus temas de interesse são: saúde, migração e turismo. Recentemente, iniciou estudos sobre deslocamentos e Islã na África do Oeste (região Dogon).